A Associação Brasileira de Árbitros de Atletismo estará promovendo uma fala com o Fisioterapeuta Marcos Signorelli sobre o limite do toque terapêutico

A Associação Brasileira de Árbitros de Atletismo estará promovendo uma fala com o Fisioterapeuta Marcos Signorelli sobre o limite do toque terapêutico. Este pedido de abordagem no tema vem do Movimento Mulheres do Atletismo. Sabemos que o fisioterapeuta, ao cuidar de pessoas, dependendo da lesão, precisa tocar em locais que podem deixar o paciente de forma desconfortável. Mas o tema surgiu pois há atletas que relataram que alguns fisios tem a "mania" do "tapinha na bunda" após alguma intervenção, achando isso "normal". Este movimento surgiu na necessidade do enfrentamento ao assédio e abuso no esporte. Desta forma, conversamos com profissional que atua com pesquisas na área e com o pedido de também abordar o que poderia ser feito pelo profissional de forma a esclarecer, caso haja a necessidade de tocar em partes que possam deixar o paciente desconfortável. Como proteger todas as partes envolvidas no cuidado!

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