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A ADAB estará realizando em breve um ciclo de videoconferências intituladas "FALANDO DE ATLETISMO".

Essas videoconferências serão mediadas por dirigente da ADAB, técnicos e atletas olímpicos, e terão como finalidade a democratização do conhecimento sobre o atletismo em nosso país.

As videoconferência serão realizadas online, todos poderão participar através de smartphone, tabelet ou computador, bastando apenas estar conectado à internet.

Cada videoconferência poderá contar com a participação máxima de 50 pessoas, pois essa é a capacidade da nossa "sala virtual".

Os temas serão os mais diversos, focando todas as áreas do atletismo, meio fundo e fundo, velocidade, saltos, arremessos e lançamentos e provas combinadas.

Os participantes  das videoconferências poderão interagir dialogando e fazendo perguntas aos mediadores dos eventos.

O site da IAAF publica em sua série "Memórias do Mundial de Cross Country" uma longa reportagem sobre o brasileiro Marilson Gomes dos Santos. O material está em destaque, com foto, na página principal neste endereço: www.iaaf.org.

Assinado pelo jornalista Steve Landells, o artigo lembra que Marilson, bicampeão da Maratona de Nova York, conseguiu seus primeiros bons resultados internacionais em provas de cross country. A sua melhor colocação foi obtida na categoria sub-20 do Mundial de Stellenbosch, na África do Sul, em 1996, quando terminou em 22º lugar.

A série "Memórias" está sendo elaborada em função da realização do Campeonato Mundial de Cross Country, previsto para o dia 26 deste mês, em Kampala, Uganda.


A reportagem completa pode ser lida, em inglês, clique aqui

 

A ADAB (Associação Desportiva Atletismo Brasil), cumprindo um dos propósitos de sua criação, lança esta Campanha que visa apoiar projetos que atuam em comunidades carentes despertando e incentivando a prática do Atletismo.
 
Os tênis arrecadados serão destinados as crianças e adolescentes destas comunidades (muitas delas em situação de risco) onde os treinos são realizados e aprendem a ter compromisso, disciplina, responsabilidade, além dos cuidados com o corpo e a mente.
 
Todas participam alegremente mesmo descalças, pois muitas não tem nada além de chinelos para calçar ou nem isto. Por esta razão estamos nos mobilizando através desta campanha e queremos contar com sua ajuda.
 
Um simples gesto pode ajudar a mudar a realidade e o futuro destas crianças e adolescentes. Se você tem um tênis que não usa mais, nos avise que organizamos a logística para recolhe-los.
 
Um dos projetos que já está sendo beneficiado é o do Professor Cidão que atua em uma comunidade de Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo, através da Associação Carapicuibana de Atletismo. Outros projetos também serão contemplados.
 
Venha conosco mudar uma vida.

A ADAB realizou no sábado ( 4 de fevereiro) o PRIMEIRO FÓRUM MEIO FUNDO E FUNDO.

O evento ocorreu na sede a Federação Paulista de Atletismo e foi dividido em sete módulos sendo eles “Meio fundo e fundo – apresentação e contexto atual no Brasil”, “Diagnóstico: Identificar semelhanças nos casos de sucesso de atletas brasileiros formados nas décadas de 70, 80 e 90 com resultados expressivos em 80 e 90 e 2000 a partir de diferentes perspectivas”, “Países que vivenciam o momento atual do meio fundo e fundo brasileiro – conhecer modelos e as ações adotadas para solucionar o problema”, “Calendário-Periodização /Planejamento /Planificação – cross country e provas de rua”, “Seleção de talentos e programas de incentivo” “Plano de ação (curto, médio e longo prazo)” e “Responsabilidade dos participantes de cada segmento/instituições”

Os debates ocorrem em alto nível e contaram com a participação de grandes treinadores do país, a CBAT e o COB também prestigiaram o evento, que contou inclusive com a presença do Presidente da Confederação Brasileira de Atletismo José Antonio Martins Fernandes.
Para o Presidente da ADAB, Clodoaldo Lopes do Carmo, as expectativas para o evento foram superadas, pois foi possível discutir o momento atual desse grupo de provas do atletismo buscando caminhos que seguramente poderão nortear uma evolução sólida e bem estruturada.
O fórum foi transmitido ao vivo através da internet pela CBAT TV.

A ADAB agradece a todos que prestigiaram esse PRIMEIRO FÓRUM MEIO FUNDO E FUNDO bem como ao Presidente da Federação Paulista de Atletismo Mauro Roberto Chekin por nos ter franqueado a sede da entidade.

Alexander Russo é de uma família de músicos, toca violino, mas decidiu se arriscar no esporte e hoje é atleta olímpico

Se um dia você encontrar um homem tocando violino em casamentos, preste bastante atenção nele.  Se ele for um jovem de pele lisa, sem barba, olhos sempre atentos e um sorriso aberto, é muito provável que o músico seja um atleta olímpico e que, inclusive, estará em ação nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Alexander Russo, de 21 anos, é uma grande novidade no revezamento 4x400 metros do atletismo nacional.

O atletismo é uma coisa nova na vida do rapaz que toca violino. Aos três anos de idade, o menino nascido em São Paulo e criado no interior do estado, em Boituva, já fazia as primeiras aulas do instrumento musical. "Minha mãe tocava piano para mim antes mesmo de nascer, quando ainda estava na barriga dela. Ela sempre quis que eu fosse músico", contou Alexander - ou Alex, como é chamado entre os colegas do esporte.

A primeira apresentação foi aos anos anos de idade, em um casamento. 16 anos depois, ele continua disponível para esse tipo de evento e cobra um valor que varia de acordo com o tempo de apresentação e o número de músicas tocadas, mas com R$ 150 já é possível ter um atleta olímpico marcando presença e brilhando num casório.

Formação musical e o esporte

Alexander é um exímio tocador de violino, formado no conceituado Conservatório de Tatuí, no interior de São Paulo, onde estudou dos três aos 19 anos de idade. O atleta chegou a ser o "spalla" da Orquestra Sinfônica Jovem de Tatuí, uma das mais tradicionais do País (spalla é o nome dado ao primeiro-violino de uma orquestra).


Facebook/Reprodução

Alexander Russo se divide entre atletismo e violino

O esporte só entrou na vida de Alex em 2011, quando tinha 17 anos, contra a vontade dos pais, que queriam que o filho seguisse a carreira musical. Na escolinha do técnico Alan Antunes, no interior paulista, o brasileiro se arriscou primeiro nos 100 metros e 200 metros. Ainda sem muita técnica, já foi bronze no Brasileiro de Menores daquele mesmo ano, com muita velocidade. "Foi quando eu recebi o convite para treinar com o professor Evandro Lázari, em Campinas. Ele disse que eu tinha mais o perfil para correr os 400 metros e a gente fez um teste. Graças a Deus deu certo", lembrou

Em 2013, no primeiro ano disputando a prova dos 400 metros, o músico já foi o 12º do ranking nacional adulto. Sétimo melhor posicionado em 2014 e melhor sub 23 de 2015, passou a sonhar com a Olimpíada. "Precisei deixar o violino um pouco de lado, para focar no esporte", disse o rapaz, admitindo que agora o coração bate forte pelo atletismo.

As apresentações musicais agora são restritas à celebração semanal em igreja. Em sexto no Troféu Brasil nos 400 metros, o Alex, agora com 21 anos de idade, pegou a última vaga no revezamento 4x400 metros e estará na pista do Estádio Olímpico. 

Como foram seis convocados, dificilmente Alex irá correr a prova e ficará disponível como reserva do time brasileiro. Mas só o fato de estar na Olimpíada já será um sonho que não fazia parte dos planos que dedicava seus dias ao violino até cinco anos atrás. "Tudo isso foi a custa de muito esforço, mas sei que ainda posso crescer bastante. Ainda é só o começo", completou o atleta.

Fonte: IGEsporte.com.br
Foto: Divulgação

 

Maratonista, Marilson disputa no Rio a sua terceira Olimpíada, enquanto que sua esposa vai estrear nos Jogos na prova dos 3.000 metros com obstáculos

O casal do atletismo Marilson Gomes dos Santos e Juliana Paula compartilha tudo. As informações triviais da vida conjugal, como compras do supermercado, os cuidados com o filho Miguel e, principalmente, dicas de treinamentos.'

 
 

O maratonista Marilson vai para a sua terceira Olimpíada como uma das esperanças de medalha do Brasil no atletismo e dá uma espécie de consultoria para a esposa, que vai estrear nos Jogos nos 3.000 metros com obstáculos.

“Ele fala para eu me manter tranquila e procura me passar confiança. Ele sempre diz para não me intimidar com os grandes atletas que estarão ao meu lado”, contou Juliana.

No início do ano, o recordista sul-americano nos 5.000 metros e 10.000 metros e na meia maratona viajou apenas para acompanhar a esposa. “Tem algumas situações dentro do esporte que muitas vezes o fisioterapeuta, o técnico ou o médico não conseguem perceber”, disse Marilson.

O casal se conheceu no fim de 2001, no alojamento do Clube de Atletismo BM&F-SP. Da convivência diária, nas caronas para a pista de treinos, veio o namoro e o casamento. Miguel já tem cinco anos. “Ele já tinha me visto correndo, mas era muito tímido. Eu fui me aproximando e me encantando”, disse a recordista brasileira dos 1.500 metros.

Depois do filho, Juliana migrou para provas mais longas. “O primeiro objetivo é se classificar para a final”, aconselhou Marilson.

Fonte: IGEsporte.com.br
Foto: Divulgação

Veterano corredor tenta conseguir dinheiro para o Mundial masters de atletismo deste ano. Família descobriu por acaso que ele tinha tempos para ganhar medalhas no torneio

A paixão de Erasmo Braga sempre foi correr. Algo que vai além do espírito olímpico do "competir". Ele nunca deu muita bola para isso. O importante era correr. Todos os dias, de cinco a dez quilômetros pelas ruas e bosques de Vinhedo, no interior de São Paulo. Até que um dia, seus filhos e netos começaram a comparar os tempos do atleta amador com os de campeões do atletismo. Descobriram que ele perdeu anos em que poderia ter ganhado medalhas em torneios pelo mundo na categoria master.

Erasmo tem 87 anos e sonha em participar do primeiro mundial da carreira. Será em Perth, na Austrália, no começo de novembro deste ano.

- Eu era muito fraco quando criança. Tinha de fazer exercício. Comecei a correr e nunca mais adoeci. Tem aqueles dias em que a gente não está tão bem disposto, com preguiça. Mas quando começa a correr, isso passa - explica, ao LANCE!

Enquanto o mundo estará de olho na Olimpíada do Rio, que terá a cerimônia de abertura nesta sexta, Erasmo vai passar pela maior competição da carreira. Não será nenhuma prova de pedestrianismo e sim, reunir R$ 28 mil para pagar os custos da viagem à Austrália. Dinheiro que ele não tem.

- Até agora, conseguimos R$ 3 mil. Estamos buscando patrocínios e temos algumas promessas - afirma o filho Amauri.

Quando estava com 80 anos, Erasmo correu os 42 quilômetros da Maratona de Blumenau em 4h10min. Era mais diversão do que qualquer outra coisa. Uma delas era ver os olhares que os mais jovens lhe davam quando viam um senhor octagenário pronto para participar da prova mais longa e exigente do atletismo.

- Eles é que estão botando fé em mim, muito mais do que eu. Nunca pensei em participar de um Mundial. Mas se acontecer, vou - assegura.

"Eles" são a própria família, que lançou a campanha para levá-lo à Austrália e criaram o site "Corre, Erasmo" para arrecadar recursos e fazer o sonho virar realidade. Será o maior momento esportivo do veterano que sempre praticou o esporte pelo esporte, sem ter na cabeça recompensas financeiras ou a glória.

A ambição de Erasmo se resumia a provas locais, como os Jogos Regionais em São Paulo. Representou Mogi Guaçu e Vinhedo. Para que pensar em mais? Apenas correr já estava bom demais.

- Nem sei como é na Austrália. Nunca imaginei viajar para um lugar desses.

Pelas estatísticas da família, se tivesse competido no Mundial master de 2015, em Lyon, na França, ele teria ganhado medalhas de ouro, prata e bronze. Seu tempo de 3'56'' seria o suficiente para vencer a prova dos 800 metros. Nos 1.500 metros, teria ficado com o segundo lugar, com 8'26''. Seria bronze nos 5.000 metros, com 29'28''.

Na Olimpíada do Rio, o atletismo brasileiro tem chances reais no salto com vara feminino, revezamento 4x100 metros feminino e nas marchas atléticas masculina e feminina. Quatro medalhas. Sozinho, Erasmo pode ganhar três no Mundial masters de Perth. Sem nenhum treinamento especializado.

A alimentação é balanceada porque ele quer. Não come açúcar ou frituras. Não bebe refrigerantes.

- O máximo que ele se permite é uma taça de vinho de vez em quando - completa Amauri.

São poucos concorrentes que encontra na categoria master no Brasil. Até brinca que, geralmente, são "japoneses". Diz que os orientais gostam mais de correr quando chegam à velhice. Sabe que na Austrália poderá enfrentar rivais de até 100 anos. Será uma mudança e tanto.

- Aqui (no Brasil) estou acostumado a correr contra a garotada - conta.

"Garotada", para Erasmo, são os adversários de 60 anos.

Fonte: esportes.terra.com.br
Foto: Alan Morici/LANCE!Press / LANCE!

Vitor Hugo fica a um centésimo do índice olímpico no GP Brasil Caixa de Atletismo. Na competição, Ana Paula Magalhães quebrou o recorde brasileiro do martelo no feminino

O carioca Vitor Hugo dos Santos foi um dos destaques do Grande Prêmio Internacional Caixa de Atletismo, disputado na tarde deste domingo (dia 19), na Arena Caixa, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Ele venceu os 100 m, com o tempo de 10.17 (1.7), ficando a apenas um centésimo de segundo do índice exigido para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

"Foi um ótimo resultado, o melhor de minha vida. Faltou um detalhezinho para garantir a participação na Olimpíada nos 100 m", disse o velocista, que lembrou ter acordado animado e confiante. "Tinha certeza de que conseguiria um bom resultado porque aqui teria adversários de alto nível", continuou.

Na prova, Vitor Hugo superou Andrew Fisher, jamaicano que compete pelo Bahrain, segundo com 10.21. Fischer tem 9.94 como melhor resultado na prova. Ricardo Mário de Souza, também brasileiro, ficou em terceiro, também com 10.21.

Vitor Hugo viaja na próxima quarta-feira para Cáli, na Colômbia, onde disputará os 100 e os 200 m no sábado e no domingo em mais uma tentativa de índice. "Estou muito perto. Se as condições climáticas ajudarem, talvez consiga as marcas exigidas", afirmou.

Também viaja para Cáli Jadel Gregório, medalha de bronze no GP com 16,42 m (2.5), que busca a marca olímpica no triplo.

No salto em distância, Eliane Martins ratificou o índice olímpico. Ela venceu com 6,72 m (0.9). O mesmo ocorreu no salto com vara com Augusto Dutra, que repetiu a marca mínima exigida de 5,70 m. "Comemorei muito. Obtive a melhor marca do ano e tirei um peso das costas. As dificuldades estavam engasgadas", observou o saltador.

No lançamento do martelo, prova vencida pela argentina Jennifer Dahlgren, com 65,43 m, Anna Paula Magalhães quebrou o recorde brasileiro com 64,65 m. O recorde anterior era de Katiuscia Maria Borges de Jesus, com 64,58 m, desde 2006.

"Estou feliz. Estou no melhor ano de minha carreira. Ganhei prata no Ibero-Americano no Rio de Janeiro e agora melhorei ainda mais minha marca. Isso é muito bom. Dá mais confiança e força para continuar os treinos", disse a gaúcha de 29 anos.

No salto em altura, Fernando Carvalho Ferreira tentou o índice, mas não conseguiu superar 2,29 m. Ele venceu a prova, com 2,21 m. "Já tinha assegurado a medalha de ouro da competição e na última tentativa fui para o índice, mas não deu. Terei outras oportunidades pela frente", falou otimista.

Já nos 3.000 m com obstáculos, o brasileiro Altobeli Santos da Silva, qualificado para os Jogos do Rio, confirmou seu favoritismo, com 8:32.24. "Estou cada vez mais adaptado à prova e o objetivo é treinar para ser finalista no Rio", lembrou Altobeli, que pretende fazer o apronto em julho na Europa.

Na prova, Daniel Ferreira do Nascimento, que não conseguiu vaga na Seleção Brasileira que irá ao Mundial Sub-20 da Polônia, correu abaixo da marca mínima: 8:49.84. "Estou chateado. Tinha prazo até o dia 12 e não obtive os 9:00.59 exigidos. Uma semana depois, a marca saiu. Isso mostra que estou bem preparado, bem treinado e só me resta levantar a cabeça", concluiu.

O presidente da CBAt, José Antonio Martins Fernandes, que acompanhou o GP Brasil Caixa de Atletismo, elogiou vários dos resultados da competição. "Tivemos algumas marcas boas, como a do Vitor Hugo (100 m), do Augusto Dutra (salto com vara), Eliane Martins (salto em distância) e da Ana Paula (lançamento do martelo)", disse Toninho. "Também a organização foi boa, recebemos mais de uma centena de atletas de 14 países e tudo correu bem", finalizou.

PÓDIOS
Salto triplo feminino
1º Liuba Zaldivar (CUB) 13,92 m (0.3)
2º Tania Maria Ferreira (BRA) 13,67 m (0.1)
3º Claudine de Jesus (BRA) 13,63 m (1.0)

Lançamento do martelo feminino
1º Jennifer Dahlgren (ARG) 65,43 m
2º Anna Paula Magalhães (BRA) 64,65 m – RB
3º Eli Moreno (COL) 62,93 m

Salto com vara masculino
1º Augusto Dutra (BRA) 5,70 m
2º Germán Chiaraviglio (ARG) 5,50 m
3º José Rodolfo Pacho (BRA) 5,20 m

3.000 m com obstáculos masculino
1º Altobeli Santos da Silva (BRA) 8:32.24
2º Jean Dolberth Machado (BRA) 8:47.52
3º Daniel Ferreira do Nascimento (BRA) 8:49. 84

Salto em altura masculino
1º Fernando Carvalho Ferreira (BRA) 2,21 m
2º Eure Yañez (VEN) 2,16 m
3º Arturo Chavez (PER) 2,16 m

1.500 m feminino
1º July Ferreira da Silva (BRA) 4:19.01
2º Kleidiane Barbosa Jardim (BRA) 4:19.39
3º Carolina Lozano (ARG) 4:21.62

Salto triplo masculino
1º John Murillo (COL) 16,96 m (1.3)
2º Jean Cassemiro Rosa (BRA) 16,59 m (1.4)
3º Jadel Gregório (BRA) 16,42 m (2.5)

800 m masculino
1º Lutimar Abreu Paes (BRA) 1:46.76
2º Kleberson Davide (BRA) 1:46.78
3º Cleiton Cezario Abrão (BRA) 1:47.85

100 m masculino(1.7)
1º Vitor Hugo dos Santos (BRA) 10.17
2º Andrew Fisher (BRN) 10.21
3º Ricardo Mário de Souza (BRA) 10.21

Arremesso do peso feminino
1º Geisa Arcanjo (BRA) 17,70 m
2º Keely Medeiros (BRA) 16,61 m
3º Livia Avancini (BRA) 16,25 m

Lançamento do dardo masculino
1º Julio Cesar de Oliveira (BRA) 78,77 m
2º Paulo Enrique da Silva (BRA) 71,88 m
3º Pedro Luiz Barros (BRA) 70.70 m

200 m feminino (0.0)
1º Nercely Soto (VEN) 23.14
2º Kauiza Venâncio (BRA) 23.33
3º Bruna Jessica Farias (BRA) 23.63

Salto em distância feminina
1º Eliane Martins (BRA) 6,72 m (0.9)
2º Jessica Carolina Alves dos Reis (BRA) 6,62 m (2.4)
3º Paola Mautino (PER) 6,26 m (2.2)

400 m masculino
1º Diego Palomeque (COL) 45.86
2º Jarrin Solomon (TRI) 45.97
3º Albert Bravo (VEN) 46.03

100 m com barreiras feminino (0.5)
1º Raven Clay (USA) 13.04
2º Fabiana Moraes (BRA) 13.27
3º Maila Machado (BRA) 13.39

O GP Internacional Brasil Caixa de Atletismo fez parte do Programa Caixa de Competições, da CBAt, co-organizado pela Federação Paulista de Atletismo, com apoio da Prefeitura de São Bernardo do Campo e patrocínio da Caixa Econômica Federal.

 

Fonte: CBAt
Fotos: Wagner Carmo/CBAt

 

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